Vencedores do Conciliar é Legal recebem prêmios do CNJ

O Conselho Nacional de Justiça premiou os vencedores da oitava edição do Prêmio Conciliar é Legal

Ministra Cármen Lúcia na cerimônia de Premiação do VIII Prêmio Conciliar é Legal - Foto: Luiz Silveira/Agência CNJ
Ministra Cármen Lúcia na cerimônia de Premiação do VIII Prêmio Conciliar é Legal - Foto: Luiz Silveira/Agência CNJ

Foram 12 categorias, entre elas os tribunais que alcançaram os maiores índices de conciliação nos 12 meses anteriores à campanha e os tribunais que mais conciliaram durante a Semana Nacional de Conciliação, ocorrida em 2017.

“Eu só tenho a agradecer a todos que participaram dessa premiação, foram mais de 80 inscritos, porque eles estão ajudando a atender melhor o cidadão, principalmente aquele que procura o Judiciário em busca de uma solução pacífica”, afirmou a presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (SFT), ministra Cármen Lúcia.

Lançado em 2010, o prêmio tem como objetivo identificar, disseminar e estimular ações de modernização na Justiça, sobretudo aquelas que contribuem para a pacificação de conflitos. Pode participar do Prêmio os tribunais, magistrados, instrutores de mediação e conciliação, instituições de ensino, professores, estudantes, advogados, usuários, empresas ou qualquer ente privado, mediante a apresentação de práticas autocompositivas executadas individualmente ou em grupo. 

Na avaliação da coordenadora do Comitê Gestor do Movimento pela Conciliação no CNJ, conselheira Daldice Santana, o crescente número de inscrições demonstra que o Judiciário e a sociedade vêm evoluindo, ano a ano, no caminho da busca pela pacificação social.

 “O Prêmio é uma forma de apoiarmos e divulgarmos projetos criativos e eficientes, que contribuam para a resolução dos conflitos sociais”, disse. Para ela, basta uma rápida leitura das práticas premiadas para confirmar “a excelência” do Prêmio Conciliar.

“Trata-se de um reflexo da crescente valorização dos meios consensuais na sociedade brasileira e da consolidação da Política Judiciário Nacional de Tratamento Adequado de Conflito de Interesses, consagrada pela Resolução n. 125/2010”, afirmou Daldice Santana. “Claro que ainda há muito o que fazer”, ponderou. “Sobretudo no que se refere ao monitoramento do serviço prestado, para que se possa aprimorar a qualidade dos acordos, as práticas premiadas indicam que estamos no caminho certo”, disse.

A juíza federal Marina Rocha Cavalcanti Mendes, coordenadora do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) da Justiça Federal do Piaui (TRF1), premiada na categoria Demandas Complexas ou Coletivas, comentou que a premiação é “enorme reconhecimento à busca por soluções inovadoras e que demonstra que o judiciário está no caminho certo”.

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